quinta-feira, 12 de março de 2015

                                                                  Herbário

                                                  Digitalis purpurea L.- Dedaleira

SILVA, Gabriela; SAMAPAIO, Lais; ASTWARZATURIAN, Natasha; GUIZELLINI, Victória

                                                 Orientador: Aline de Mello Cruz

             

Figura 1: Digitalis purpurea
Fonte: http://www.plublicdomainpictures.net/view-image.php?image=16259

1. Nome cientifico: Digitalis purpurea L.

2. Nome popular: Dedaleira, Abeloura, Digital, Digitalina e Erva-albiloura.

3. Parte toxica: Toda a planta é toxica, dela é extraída a digitalina, que causa paralisia do coração. Três folhas são uma dose mortal.

4. Mecanismo de ação: A intoxicação pela planta causa aumento do cálcio, que reduz o pontecial de ação, o que causa sensibilização do miocárdio e leva a uma arritmia. A intoxicação também leva ao aumento do tônus vagal (bradicardia) o que também gera uma arritmia. A bomba de sódio e potássio fica inativa pela diminuição de atp (energia celular) o que causa aumento de potássio e leva a uma hipercalemia (aumento de potássio no meio extracelular).  



5. Sinais clínicos: Náuseas, vómitos, dor abdominal, diarreia, sonolência, perda de peso, cefaleias, tonturas e alucinações.

6. REFERÊNCIAS

Disponível em: www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Digitalis_purpurea.htm Acesso em: março. 2015.

Disponível em: www.abracit.org.br/aulas/webconferencia/Glicosideos_digitalicos.ppt (consultado em 30/05/2012) Acesso em: março. 2015.

Disponível em: http://www.infarmed.pt/prontuario/navegavalores.php?id=86(consultadoem30/05/2012) Acesso em: março. 2015.

Disponível em: http://emedicine.medscape.com/article/154336-treatment (consultado em 30/05/2012) Acesso em: março. 2015.





















































































                                                              Herbário

                                             Nerium oleander L. – Espirradeira

SILVA, Gabriela; SAMAPAIO, Lais; ASTWARZATURIAN, Natasha; GUIZELLINI, Victória

                                            Orientador: Aline de Mello Cruz



Figura 1: Nerium oleander
Fonte: http://davesgarden.com/guides/pf/showimage/190585/#b


Figura 2: Flor de Nerium oleander
Fonte: http://www.floresyplantas.net/nerium-oleander/

1. Nome cientifico:  Nerium oleander L.

2. Nome popular: Espirradeira, oleandro, flor- de- são-josé, loandro, loureiro- rosa e loandro-da-india.

3. Partes toxicas: Toda a planta.


4. Mecanismo de ação: As regiões do glicosídeo ligam-se às bombas Na+/K+ATPase. Os glicosídeos cardíacos ligam-se e ativam as bombas de Na+/K+ATPase da membrana citoplasmática das células do músculo cardíaco, provocando o aumento da concentração intracelular de Na+.  Desta forma ocorre uma alteração nos canais de Na+/Ca2+, resultando no aumento da concentração de Ca2+ intracelular levando a efeito inotrópico positivo (aumento da força de contração). Este aumento da quantidade de Ca2+ no interior da célula, provoca um aumento do potencial de repouso da membrana, levando a um aumento na despolarização celular espontânea e automaticidade do miocárdio.

A inibição da bomba Na+/K+ATPase  afeta o equilíbrio intracelular do K+ levando a hipercalemia. Na toxicidade aguda por heterosídeos cardiotónicos, existe uma relação entre o grau de hipercalemia e a severidade da toxicidade. Na toxicidade cronica, os elevados níveis séricos de K+ podem ter efeito protetor, dada a redução da competição do K+ na bomba de Na+/K+ATPase que aumenta a ligação o glicosídeo.


5. Sinais clínicos: Dores abdominais, pulsação acelerada, diarreia, vertigem, sonolência, dispneia,  irritação da boca, náusea, vômito, coma e morte. Os sintomas podem ocorrer varias horas após a ingestão.

6. REFERÊNCIAS

Disponível em: http://sites.google.com/site/neriumoleander2011/mecanismo-de-toxicidade Acesso em: março. 2015.

Disponível em: http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/nerium_oleander.htm Acesso em: março. 2015.